Animais em extinção Cerrado

O Cerrado corresponde ao segundo maior bioma existente no Brasil, ocupando cerca de 20% de todo o território nacional. Toda a sua extensão é repleta de várias espécies da flora e fauna brasileira, além de possuir várias nascentes dos mais importantes rios da bacia Amazônica e dos rios São Francisco e Prata.

Sua biodiversidade se faz ainda mais relevante devido o seu contato com outros biomas brasileiros, sendo eles a Caatinga, Amazonas, Mata Atlântica e o Pantanal. Grande parte de sua área se faz concentrada no Centro-Oeste, local considerado como uma das regiões que mais praticam atividades econômicas no país, sendo um dos principais motivos que vem ocasionando a extinção de animais no Cerrado.

A modificação desse bioma vem se dando com muita intensidade depois que as atividades econômicas começaram a se dar demasiadamente em sua extensão, isso porque atividades agriculturais e agropecuárias vem ocupando cada vez mais espaço, além do uso de agroquímicos e vários outros gases poluentes, a introdução de novas espécies de animais, problemas ecológicos, desmatamento, queimadas, entre outros.

Extinção

Os animais presentes no Cerrado, assim como a sua flora, possuem grande risco de serem extintos, isso porque pesquisas da CI-Brasil revelam que esse bioma corre o risco de desaparecer até 2030, devido a intensidade em que vem sendo desmatado. Mesmo com as práticas de preservação lançadas, várias espécies já foram extintas do local, sendo algumas delas encontradas apenas em cativeiros, além das que estão em constante ameaça.

Levantamentos e pesquisas mostram que aproximadamente 10 espécies já se encontram em extinção no Cerrado atualmente, veja.

Urubu-Rei

Classificação científica

  • Domínio: Eukaryota;
  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Aves;
  • Ordem: Accipitriformes;
  • Família: Cathartidae;
  • Gênero: Sarcoramphus;
  • Espécie: S. papa.

Características

» Comprimento: pode chegar a até 85 centímetros;
» Peso: entre 3 à 5 kg;
» Tamanho: entre 1,70 à 2,0 metros de altura;
» Pernas cinzas, narinas vazadas, garras grossas e longas, crista carnuda e laranjada, salvo nos machos;
» Não possui siringe;
» Cabeça e pescoço implumes;
» Consegue voar mais que 400 metros de altura;
» Possui plumagem completamente nera até os seis primeiros meses de vida, para somente depois ter variações entre branco e amarelo pelo corpo e laranja e vermelho no pescoço;
» Se alimentam de animais;
» Sua reprodução acontece de Julho à Dezembro;
» É considerada como uma ave diurna.

Animais em extinção no Cerrado
Urubu-Rei apoiado em um galho.
(Foto: Reprodução)

Cobra Coral Verdadeira

Classificação científica

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Reptilia;
  • Ordem: Serpentes;
  • Família: Elapidae;
  • Gênero: Micrurus.

Características

» Cor: vermelho com amarelo;
» É identificada posição das presas ou pela quantidade e delineamento dos seus anéis;
» Possui hábitos noturnos;
» Vive sob as pedras, folhas, buracos, dentro de troncos em decomposição e/ou galhos;
» Sua reprodução acontece durante o dia pois as fêmeas gravidas necessitam de aquecimento;
» A fêmea consegue postar de 3 à 18 ovos que se abrem aproximadamente em 90 dias;
» Para se defender, costuma levantar a sua cauda e enganar o ameaçador;
» Se alimenta de animais pequenos;
» Possui veneno muito perigoso para seres humanos, sendo comparado com o de uma naja;

Animais em extinção no Cerrado
Cobra Coral Verdadeira no solo.
(Foto: Reprodução)

Jaguatirica

Classificação científica

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Mammalia;
  • Ordem: Carnívora;
  • Família: Felidae;
  • Gênero: Leopardus;
  • Espécie: L. pardalis.

Características

» Comprimento do corpo: de 72 à 100 centímetros;
» Comprimento da cauda: de 25 à 41 centímetros;
» Peso: entre 6 à 16 quilos;
» Pelagem curta, brilhante, com tons variadas de cinza, amarelo claro e vermelho;
» Manchas rosetas e/ou sólidas;
» Patas anteriores maiores que as posteriores;
» Orelhas de cor preta, com uma mancha branca;
» Cinco dedos com garras nas patas anteriores, e quatro dedos com garras nas posteriores;
» Excelente caçadoras;
» Animal ativo entre 12 à 14 horas por dia;
» Possui hábitos noturnos e diurnos (apenas em dias nublados e chuvosos);
» Costumam se alimentar de roedores, pacas e cutias;
» Sua maturidade sexual é alcançada entre 16 e 18 meses de idade;
» A gestação da fêmea dura de 79 à 82 dias, onde da a luz a um filhote por vez.

Animais em extinção no Cerrado
Jaguatirica em cima do tronco.
(Foto: Reprodução)

Onça Pintada

Classificação científica

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Mammalia;
  • Ordem: Carnívora;
  • Família: Felidae;
  • Gênero: Panthera;
  • Espécie: P. onca.

Características

» Comprimento total: de 1,2 à 1,95 metros, sendo que as fêmeas podem chegar a ser até 20% menores que os machos;
» Altura: entre 63 à 75 centímetros;
» Peso: entre 56 à 96 quilos;
» Animal musculoso e robusto;
» Possui cabeça grande e uma mandíbula muito forte;
» Sua pelagem é amarelo com castanho, tendo variações de vermelho, marrom e preto; suas áreas ventrais são brancas com rosetas. Podem ser encontradas com tonalidades mais escuras;
» Costuma alimentar-se de grandes herbívoros;
» Animal considerado como um super-predador;
» Hábitos noturnos e diurnos;
» Sua gestação dura entre 93 à 105 dias, onde as fêmeas costumam dar a luz a até 4 filhotes;

Animais em extinção no Cerrado
Onça Pintada tomando água.
(Foto: Reprodução)

Porco Queixada

Classificação científica

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Mammalia;
  • Ordem: Artiodactyla;
  • Família: Tayassuidae;
  • Gênero: Tayassu;
  • Espécie: Tayassu pecari.

Características

» Comprimento: pode chegar a ter até 1 metro de altura;
» Possui hábitos diurnos;
» Vivem em bandos;
» Pelagem negra com o queixo branco;
» Animais perigosos quando se sentem ameaçados;
» Se alimenta de folhas, sementes, brotos, frutas, raízes, invertebrados, aves, etc;
» Sua gestação dura aproximadamente 160 dias, onde dão a luz a até 2 dois filhotes;

Animais em extinção no Cerrado
Porco Queixada procurando seu alimento.
(Foto: Reprodução)

Tamanduá Bandeira

Classificação científica

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Mammalia;
  • Ordem: Pilosa;
  • Família: Myrmecophagidae;
  • Gênero: Myrmecophaga;
  • Espécie: M.tridactyla;

Características

  • » Comprimento: entre 1,8 à 2,1 metros;
  • » Peso: entre 39 à 41 quilos;
  • » Olhos e orelhas pequenas, olfato completamente desenvolvido;
  • » Dorso e cauda marrons ou pretos; membros anteriores brancos e membros posteriores pretos; bandas pretas nos pulsos e duas bandas finas e brancas nos ombros;
  • » Pelos mais longos na cauda;
  • » Se alimenta de cupins e formigas;
  • » Podem se acasalar durante o ano todo;
  • » Sua gestação dura cerca de 184 dias, onde dão a luz a um filhote por vez;
Animais em extinção no Cerrado
Tamanduá Bandeira com filhote nas costas.
(Foto: Reprodução)

Tatu-Bola

Classificação científica

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Mammalia;
  • Ordem: Cingulata;
  • Família: Dasypodidae;
  • Gênero: Tolypeutes.

Características

» Comprimento: cerca de 30 centímetros;
» Coloração marrom com cintas móveis;
» É a única espécie de tatu que consegue se abrigar completamente dentro da carapaça, assumindo assim seu formato de bola;

Animais em extinção no Cerrado
Tatu-Bola na mata.
(Foto: Reprodução)

Veado Campeiro

Classificação científica

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Mammalia;
  • Ordem: Artiodactyla;
  • Família: Cervidae;
  • Gênero: Ozotoceros;
  • Espécie: O. bezoarticus.

Características

» Comprimento: pode chegar a 1 metro;
» Altura: cerca de 30 centímetros;
» Pelagem dorsal marrom; contorno da boca, barriga e círculo ao redor dos olhos brancos;
» Galhada com 3 pontas;
» Animal que vive em bandos de até 11 componentes;
» Espécie muito ágil em relação a sua locomoção;
» Conseguem nadar com extrema facilidade;
» Alimentam-se de gramíneas;
» A sua reprodução se dá um pouco antes do crescimento das novas plantas, onde dão a luz quando as mesmas estão começando a brotar;

Animais em extinção no Cerrado
Veado Campeiro descansando.
(Foto: Reprodução)

Lobo Guará

Classificação científica:

  • Reino: Animalia;
  • Filo: Chordata;
  • Classe: Mammalia;
  • Ordem: Carnívora;
  • Família: Canidae;
  • Gênero: Chrysocyon;
  • Espécie: C. brachyurus.

Características

» Comprimento do corpo: entre 95 à 115 centímetros;
» Comprimento da cauda: entre 38 à 50 centímetros;
» Peso: entre 25 à 30 quilos;
» Pelagem varia do vermelho-dourada ao laranja; no pescoço a tonalidade dos pelos são escuras;
» O formato da sua cabeça se parece muito com a de uma raposa;
» Possui hábitos solitários;
» Se alimenta de pequenos roedores, mamíferos e aves;
» Possui hábitos noturnos e diurnos;
» Sua gestação dura em média 65 dias, onde a fêmea da a luz a até 6 filhotes;
» Seus filhotes costumam nascer entre Junho e Setembro.

Animais em extinção no Cerrado
Lobo Guará segurando sua presa.
(Foto: Reprodução)

Curiosidade

Estima-se que além das espécies que estão em extinção nesse bioma, mais 130 vivem em cativeiro devido estarem passando por constante ameaça de eliminação nesse habitat.

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Plantas em extinção no Brasil

A flora brasileira é considerada como uma das mais ricas e diversificadas do planeta, devido as condições propícias do país para a reprodução e cultivo de várias espécies. Mesmo com uma estonteante biodiversidade, muitas plantas vem sofrendo ameaças de extinção, isso porque a exploração do homem e vários fatores vem eliminando as suas estruturas.

Atualmente o Ministério do Meio Ambiente divulgou que o Brasil vem sendo considerado um dos cinco países do mundo que mais possui espécies em extinção, tanto em relação a flora, quanto a fauna. A Mata Atlântica é o bioma que mais vem sofrendo com esse impacto, tendo cerca de 276 das suas espécies ameaçadas, seguida pelo Cerrado com 131 e a Caatinga com 46.

Os principais fatores que vem ocasionando o desaparecimento das espécies da flora são as queimadas, desmatamento, poluição, aquecimento global, degradação do meio ambiente, pressão urbana, industrialização, atividades mineradoras, as diversas ações da agricultura, entre outros.

Devido ao estado alarmante em que o país se encontra, várias entidades, órgãos e instituições, vem se manifestando para estabelecer parâmetros que consigam causar a diminuição das ameaças de extinção e o desaparecimento de novas plantas. Duas das grandes práticas que vem ajudando nesse projeto são a conscientização da população e a preservação dessas espécies em parques e sítios regidos pelas normas do IBAMA.

Plantas em risco de extinção

Aechmea blumenavii Reitz

  • Nome popular: Bromélia, Gravatá e Monjola;
  • Região: Santa Catarina;
  • Considerada ambientalmente como: espécie rara.
Aechmea blumenavii Reitz. (Foto: Reprodução)
Aechmea blumenavii Reitz.
(Foto: Reprodução)

Aniba roseodora Ducke

  • Nome popular: Pau-de-rosa;
  • Regiões: Pará e Amazonas;
  • Considerada ambientalmente como: espécie em perigo de extinção.
Aniba roseodora Ducke. (Foto: Reprodução)
Aniba roseodora Ducke.
(Foto: Reprodução)

Araucaria angustifolia Kuntese

  • Nome popular: Pinheiro-do-pará;
  • Regiões: Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul;
  • Considerada ambientalmente como: espécie vulnerável.
Araucaria angustifolia Kuntese. (Foto: Reprodução)
Araucaria angustifolia Kuntese.
(Foto: Reprodução)

Astronium urundeuva (Fr.All.) Engl.

  • Nome popular: Aroeira-legítima e Aroeira-do-sertão;
  • Regiões: Cerará, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Espirito Santo, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Piauí e Maranhão;
  • Considerada ambientalmente como: espécie vulnerável.
Astronium urundeuva (Fr.All.) Engl. (Foto: Reprodução)
Astronium urundeuva (Fr.All.) Engl.
(Foto: Reprodução)

Bertholletia excelsa HBK

  • Nome popular: Castanheira e Castanheira-do-Brasil;
  • Regiões: Acre, Pará, Maranhão, Amazonas e Rondônia;
  • Considerada ambientalmente como: espécie vulnerável.
Bertholletia excelsa HBK. (Foto: Reprodução)
Bertholletia excelsa HBK.
(Foto: Reprodução)

Bowdickia nitida Spruce ex Benth

  • Nome popular: Sucupira, Sucupira-da-mata e Sucupira-verdadeira.
  • Regiões: Rondônia, Pará e Amazonas.
  • Considerada ambientalmente como: espécie em perigo de extinção.
Bowdickia nitida Spruce ex Benth. (Foto: Reprodução)
Bowdickia nitida Spruce ex Benth.
(Foto: Reprodução)

Caesalpina echinata Lam

  • Nome popular: Pau-Brasil, Ibirapitanga e Pau-pernambuco;
  • Regiões: Alagoas, Rio Grande do Norte, Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco;
  • Considerada ambientalmente: espécie em perigo de extinção.
Caesalpina echinata Lam. (Foto: Reprodução)
Caesalpina echinata Lam.
(Foto: Reprodução)

Cariniana ianeirensis Kunth

  • Nome popular: Jequitibá;
  • Região: Rio de Janeiro;
  • Considerada ambientalmente: espécie rara.
Cariniana ianeirensis Kunth. (Foto: Reprodução)
Cariniana ianeirensis Kunth.
(Foto: Reprodução)

Lychnophora ericoides Mart.

  • Nome popular: Candeia e Arnica;
  • Regiões: São Paulo, Minas Gerais e Goiás;
  • Considerada ambientalmente: espécie vulnerável.
Lychnophora ericoides Mart. (Foto: Reprodução)
Lychnophora ericoides Mart.
(Foto: Reprodução)

Swietenia macrophylla King.

  • Nome popular: Mogno, Caoba, Águano, Cedroaraná e Araputangá;
  • Regiões: Maranhão, Rondônia, Tocantins, Pará, Mato Grosso, Amazonas e Acre;
  • Considerada ambientalmente: espécie em perigo.
Swietenia macrophylla King. (Foto: Reprodução)
Swietenia macrophylla King.
(Foto: Reprodução)

Indicados pra você:

Como comprovar renda no Prouni autônomo

O Prouni se trata de um programa criado pelo Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação para conceder bolsas de estudos parciais e integrais em redes de ensino superior privadas para estudantes brasileiros, desde que os mesmos atendam as especificações solicitadas no processo.

Para concorrer as bolsas e participar do programa é necessário que o aluno atenda pelo menos uma das especificações abaixo:

» Ter cursado o Ensino Médio em rede pública;
» Ter cursado o Ensino Médio em rede privada através de bolsas integrais;
» Ser professor em rede pública de ensino;
» Ser deficiente físico em alguns casos;

Documentação necessária para comprovar a renda de um autônomo no Prouni.
Prouni se trata de um programa criado pelo Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação para conceder bolsas de estudos parciais e integrais em redes de ensino superior privadas para estudantes brasileiros. (foto: divulgação)

A nota utilizada para a classificação das bolsas do Prouni vem do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), onde o processo seletivo se dá de forma regular e remanescente. Após a aprovação, é necessário que o aluno apresente algumas documentações  ou seus responsáveis caso seja menor de idade.

Dentro do fornecimento dessas informações, existe uma grande dúvida em relação a comprovação de renda dos indivíduos que são autônomos, se esse é o seu caso, veja abaixo quais são os dados solicitados pelo Prouni para essa categoria:

» Declarações tributárias referentes a pessoas jurídicas vinculadas ao estudante ou a membros de seu grupo familiar, se for o caso;
» Declaração de IRPF acompanhada do recibo de entrega à Receita Federal do Brasil e da respectiva notificação de restituição, se possuir;
» Extratos bancários dos últimos três meses;
» Guias de recolhimento ao INSS com comprovante de pagamento do último mês, compatíveis com a renda declarada.

Observação: Para mais informações, acesse o site do Prouni.

Indicados pra você:

Documentos fiador FIES Banco do Brasil

O Fundo de Financiamento Estudantil ou FIES, corresponde a um programa criado pelo Ministério da Educação (MEC), onde o seu principal intuito é financiar estudantes em instituições privadas de cursos superiores presenciais, desde que as mesmas sejam credenciadas e avaliadas pelo MEC.

Esse serviço pode ser contratado por qualquer estudante que seja aprovado pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e pelas normas estabelecidas pelo FIES. A estrutura do programa cobra aproximadamente 3,4% de juros por ano dos alunos de todos os cursos para o fornecimento desse serviço.

Contratação do financiamento

O Banco do Brasil (BB) é uma das redes de agenciamento do FIES, sendo um dos bancos mais procurados para tal procedimento. Assim que todas as documentações exigidas forem apresentadas juntamente com o DRI (Documento de Regularidade de Inscrição), o estudante deverá se destinar até o BB num prazo corrido de 10 dias contados a partir do 3° dia útil da data de validação do CPSA.

CAPSA (Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento) é o principal responsável por fiscalizar e validar as informações passadas pelo estudante, fiadores e também pelas renovações do financiamento.

Documentação

Observação: antes de se destinar a agência bancária para  solicitar o financiamento, o estudante deverá ter todos os seus dados aceitos e aprovados pelas normas da CAPSA.

Dados do aluno

» Documentação de identificação;
» CPF – quando menor, CPF do responsável;
» Comprovante de residência;
» CPF, Certidão de Casamento e demais documentações do cônjugue – se possuir;
» Termo de atualização ou concessão do usufruto de bolsa do ProUni – se possuir;
» DRI emitido pelo CAPSA.

Documentos fiador FIES Banco do Brasil.
O FIES é um programa criado pelo Ministério da Educação, onde o seu principal intuito é financiar estudantes em instituições privadas de cursos superiores presenciais.    (Foto: Divulgação)

Dados do fiador

» Documento de identificação;
» CPF;
» Comprovante de residência;
» Certidão de casamento;
» Comprovante de rendimentos;
» CPF e demais documentações de identificação do cônjugue – se possuir.

Indicados pra você:

Entenda como funciona o Enem

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) corresponde a uma avaliação realizada por estudantes do país, onde todos visam buscar uma boa pontuação para ingressar em instituições  que ministram cursos superiores, sejam elas de razões públicas ou privadas.

Estima-se que apenas 14% de todos os componentes que fazem a prova, compreendem como funciona a pontuação. Isso porque sua nota não se dá como nos vestibulares tradicionais, pois os candidatos, mesmo que tenham números iguais de acertos, podem vir a ter resultados finais diferentes.

As avaliações do Enem se dividem entre Linguagens, Códigos e Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Em todos estes conceitos são estabelecidos escalas de proficiência, fazendo com que o aluno saiba do conteúdo programático com mais intensidade para conseguir bons resultados.

Como funciona o Enem?
O Enem corresponde a uma avaliação realizada por estudantes de todo o país, onde todos visam buscar uma boa pontuação para ingressar em instituições de ensino superior. (Foto: Reprodução)

Com isso, podemos analisar que, o que conta não é o número de acertos, mas sim a qualidade das respostas. Quanto mais perguntas difíceis forem respondidas de maneira correta, mais alto será a sua proficiência de acordo com a observação dos avaliadores e corretores das provas.

A coerência das respostas faz com que os acertos valham mais, porque quanto mais questões forem resolvidas, mesmo sendo em dúvida ou chute, mais chances o indivíduo terá de tirar notas boas. Os parâmetros são estipulados de acordo com o grau de dificuldade das provas, podendo a pontuação se dar entre 1.000 pontos.

O INEP (Órgão do Ministério da Educação que elabora o Enem), antes de aplicar as questões da prova, realiza uma seleção pré-teste, onde os examinadores classificam o grau de dificuldade de cada uma delas.

Por trás de tudo isso, encontra-se o TRI (Teoria de Resposta ao Item), que observa a dificuldade da questão e a probabilidade de acerto do candidato. Dessa maneira, é possível discriminar os melhores respondentes das avaliações.

Para participar desse programa, basta clicar neste LINK e realizar a sua inscrição. Lembre-se de estudar bastante e focar em seus principais objetivos. Busque algo que te motive, isso irá ajudar muito nesse processo.

Indicados pra você: