Suplementos que não podem misturar

Os suplementos alimentares são indicados para consumo por nutricionistas, profissionais da área esportiva e desportiva, visando a complementação de alguns nutrientes do corpo para promover o aceleramento do metabolismo – ajudando na queima de gorduras, crescimento e definição muscular.

Porém muitos indivíduos vem manipulando esses produtos sem orientação, ocasionando efeitos prejudiciais a sua estrutura corporal graças a mistura de algumas substâncias ou o ministramento excessivo delas, isso porque suas composições se baseiam em elevadas taxas de proteínas, vitaminas e carboidratos.

Por esse motivo, é essencial conhecer um pouco sobre cada suplemento, ler seus rótulos antes de aderi-los e ter o acompanhamento de um excelente nutricionista, que ditará quais dessas mercadorias proporcionará os efeitos desejados.

Suplementos que não podem misturar

Corpo musculoso.
(Foto: Reprodução)

Outro ponto a se destacar nessa modalidade, é que nem todos os organismos estão preparados ou podem receber esses elementos, com relevância as pessoas que fazem uso de medicamentos contra o câncer e problemas cardíacos, anti-depressivos, anticoagulantes e estimulantes.

Sugestões e recomendações

» Os melhores suplementos encontrados no mercado atualmente são a albumina, whey, glutamina, BCAA, caféina e dextrose;

» Respeite as contraindicações e as taxas de consumo diário de todos esses produtos;

» Não analise os suplementos pelo preço, mas sim pela qualidade. Muitos deles são bem caros, mas não produzem os efeitos de outros mais em conta;

» Converse com um profissional da área da saúde ou seu treinador para saber como utilizar corretamente os suplementos;

» Consulte um médico antes de ministrar esses compostos – caso possua algum problema de saúde;

» Não substitua a alimentação pela suplementação, isso poderá gerar danos a saúde e prejudicar os resultados almejados;

» Evite comprar mercadorias desnecessárias, visando obter respostas mais rápidas;

» Se alimente corretamente, realize treinos regulares, durma bem e beba bastante água. Esses são os grandes segredos para manter uma boa estética e juntamente com o uso de suplementos, conseguir alcançar suas metas mais rápido!

Quando não utilizar vírgula

A língua portuguesa é repleta de regras, palavras e sinais, que se completam de maneira favorável quando utilizados de maneira correta. Dentro desse contexto, a vírgula é classificada como um dos principais sinais de pontuação, devendo ser empregada sempre que for esclarecer o significado da frase, para separar orações, marcar a não flexão da voz, as pausas e evitar a ambiguidade.

Segundo a maioria dos gramáticos, o emprego da vírgula não expressa uma regra absoluta, isso porque a sua exposição deve ser analisada de acordo com inúmeros fatores. Porém, em alguns casos não deve utilizá-la, pois pode vir a ocasionar desvios de entendimento da frase entre outras desestruturações.

Quando não utilizar vírgula

Vírgula.
(Foto: Reprodução)

Não use vírgula entre:

  • Verbo e seus objetos;
  • Sujeito e predicado;
  • Nome e complemento nominal;
  • Nome e adjunto adnominal;

Observando o ponto de vista sintático, o não emprego desse sinal de pontuação nas particularidades acima, acontece porque todos esses conjuntos de expressões se ligam diretamente um ao outro.

Em alguns contextos, a vírgula se faz ocasional, sendo classificada como optativa, como em:

  • Expressões adverbiais breves, sejam elas intercaladas ou antepostas;
  • Antes das orações adverbiais, isto se houver alguma extensão que seguida da principal;
  • Posteriormente as palavras por isso, porém, contudo, portanto, todavia, entanto e entretanto, lembrando que para isso, elas quem deverão iniciar o período;

Vítima apresenta fratura exposta o que fazer

São descritas como fraturas expostas todos os ferimentos que apresentam cortes e perfurações, onde os tecidos musculares e da pele ficam visíveis, assim como os ossos encontrados na região afetada pelo acidente. Geralmente, esses transtornos são classificados como quadros moderados e por isso merecem uma atenção maior, para que outras complicações não surja posteriormente.

A primeira coisa a  fazer quando nos deparamos com essa situação é solicitar ajuda médica através do SAMU (192) ou Corpo de Bombeiros (193), pois os profissionais que trabalham nessas unidades são altamente capacitados e capazes de executar os primeiros socorros no paciente até chegar no hospital para ser atendido por um especialista (ortopedista ou cirurgião).

Existem algumas recomendações que devem ser seguidas e respeitadas por todos que costumam tentar ajudar o acidentado, como:

Vítima apresenta fratura exposta o que fazer

Cruz vermelha que representa os primeiros socorros.
(Foto: Reprodução)

O que não fazer

» Manipular os fragmentos ósseos;

» Tentar colocar o osso de volta no lugar;

» Remover os objetos que perfuraram a pele, pois pode vir a provocar uma hemorragia;

» Ficar mexendo no local do ferimento;

» Colocar remédios e outros produtos na ferida sem a indicação médica;

» Deixar o acidentado se locomover ou movimentar a região;.

O que fazer

» Manter a área afetada imobilizada;

» Use objetos que ajudem a aumentar a imobilização, como madeiras, tábuas, etc;

» Fixar gaze e panos limpos no local, criando uma atadura (não muito apertada), em casos de sangramento intenso;

» A limpeza local pode ser feita com água corrente ou soro fisiológico. Para realizar esse procedimento, é essencial que o indivíduo possua noção de primeiros socorros;

Quem pode fazer o FIES

O FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) é um dos programas mais aderidos na atualidade por estudantes de todo o país, pois juntamente com o MEC (Ministério da Educação), fornece o financiamento de cursos superiores presenciais e não gratuitos para os alunos, ou seja, custeia os gastos dos estudantes nas faculdades privadas durante até a graduação.

Para conseguir uma vaga é necessário que o aluno tenha uma avaliação positiva perante o MEC. Todas as etapas de validação de informações fornecidas pelo candidato serão executadas pela CPSA (Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento), além do processo de aditamento de renovação dos contratos de financiamento já existentes.

Solicitação de vaga

Quem pode fazer o FIES

Estudantes na faculdade.
(Foto: Reprodução)

Podem solicitar as vagas do FIES os estudantes que atendam todas as regulamentações do programa e que desejam ingressar em redes de ensino superior privadas, desde que possuam avaliação positiva no SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior), exame fornecido pelas instituições não gratuitas cadastradas nesse sistema de financiamento.

Observação: Para os alunos que concluíram o Ensino Médio a partir do ano de 2010, deverão ainda ter uma boa nota no Enem do ano anterior para concorrer a vaga no programa.

Vedação de inscrição

Não poderá se inscrever no FIES o estudante que:

  • Já tenha sido beneficiado uma vez pelo FIES;
  • Tenha renda familiar superior a 20 salários mínimos;
  • Esteja inadimplente no Programa de Crédito Educativo (PCE/CREDUC);
  • Tenha o percentual de comprometimento de sua renda bruta menor que 20%;
  • Possua sua matrícula acadêmica trancada em todas as disciplinas no ato da inscrição;

Como se inscrever

Se o aluno estiver enquadrado dentro das normalidades exigidas pelo programa, a sua inscrição poderá ser realizada através do site do FIES, durante qualquer período do ano. É importante ficar atento quanto as datas disponibilizadas por esse sítio para não perder os prazos estipulados de cadastro, matrícula e aditamento.

Documentos solicitados pela agência bancária

Aluno

  • CPF próprio ou do responsável;
  • RG ou documento de identificação;
  • Comprovante de residência;
  • Documento de Regularidade de Inscrição (DRI) disponibilizado pela CPSA;
  • Certidão de casamento, se possuir;
  • Termo de concessão ou de atualização do usufruto de bolsa parcial do ProUni, se possuir.

Fiador

  • CPF;
  • CPF do cônjuge, se possuir;
  • Certidão de casamento, se possuir;
  • RG ou documento de identificação;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de rendimentos, exceto em casos de fiança solidária.

Mais informações

 Central de Atendimento: 0800 616 161.

 Autoatendimento MEC.

Como não engordar na gravidez

Muitas dúvidas circundam a cabeça e o emocional das mulheres quando elas estão gravidas e um dos seus grandes complexos é engordar. Bom, querendo ou não, o ganho de peso irá acontecer, isso porque uma nova vida está sendo gerada dentro do seu próprio corpo e por isso o seu organismo deverá se modificar para proporcionar as condições necessárias que o feto precisa para se desenvolver.

Dicas para não engordar muito na gravidez

Gestante se pesando.
(Foto: Reprodução)

Grande parte das gestantes ganham peso em excesso porque utilizam da desculpa de comer por dois ou mais, devido a quantidade de bebês que está gerando. Tudo bem que a fome aumenta e o corpo fica mais preguiçoso e sedentário, mas ficar parada o tempo todo porque está grávida e exagerar nas refeições não se faz necessário para que o feto cresça mais ou menos, mas possivelmente que tanto ele quanto a mulher possam vir a adquirir problemas de saúde posteriormente.

Devido a inúmeras preocupações, o acompanhamento do pré-natal e até mesmo de um nutricionista durante todo esse processo se faz necessário, para que nada fuja da normalidade e das médias ideais estipuladas pelos obstetras e pela medicina na quantidade de peso, que poderá ser ganha ou não, de acordo com o organismo da gestante.

Quanto posso engordar?

Para saber a quantidade total de quilos que será considerado adequado para ganhar durante a gravidez, é necessário saber o valor do seu IMC (Índice de Massa Corporal) antes de engravidar ou no início da gestação. Faça essa estimativa com seu obstetra e veja abaixo uma tabela parcial dos valores de peso:

» IMC inicial acima de 30 – ganho de peso ideal: de 5 kg a 9 kg;
» IMC inicial de 25 a 30 – ganho de peso ideal: de 7 kg a 11 kg;
» IMC inicial de 18,5 a 25 — ganho de peso ideal: 11 kg a 16 kg;
» IMC inicial de menos de 18,5 — ganho de peso ideal: 13 kg a 18 kg.

Observação: quando as mulheres se encontram acima do peso, é necessário que o médico acompanhe um pouco mais de perto a gestação, isso porque esse fator aumenta as chances do desenvolvimento de hipertensão e diabetes gestacional, podendo vir a prejudicar não somente o desenvolvimento do feto, mas a saúde da criança após o nascimento e também a da mãe.

Como se alimentar durante a gestação?

A melhor dica a se seguir durante todo o período gestacional é se alimentar corretamente, com refeições balanceadas, nutritivas, fracionadas, não exageradas, tomar muito líquido e praticar algum esporte físico com ajuda de um profissional, de acordo com as suas condições.

» Se alimente bem, mas sem exageros;

» Evite ficar beliscando o tempo todo;

» Procure se alimentar de três em três horas em quantidade pouca ou média;

» Tome bastante líquido;

» Aumente o consumo de alimentos ricos em fibras, proteínas, verduras, legumes, frutas e oleaginosas;

» Evite comer alimentos industrializados, enlatados, muito açucarados e/ou gordurosos;

» Evite bebidas gaseificadas, álcool e fumo;

» Opte por beber sucos feitos da própria fruta;

» Mastigue bem os alimentos, comendo bem devagar;

» Não beba nada enquanto come para maior aproveito dos nutrientes;

» Diminua o consumo de sal e temperos prontos;

» Faça com que o seu prato seja sempre bem colorido para um melhor aproveito de nutrientes;

» Prefira consumir carnes, peixes e frangos (sem pele) assados, cozidos ou grelhados;

» Não consuma medicações para emagrecimentos ou inibir o apetite;

» Faça exercícios físicos regularmente, mas avise ao instrutor que está gestante para que as modalidades sejam encaixadas ao seu padrão.

Lembre-se!

Mesmo com as diversas modificações no corpo durante o período gestacional, após o nascimento do bebê a estrutura corporal tende a voltar ao normal, com isso, quanto mais hábitos saudáveis forem praticados, mais fácil será a recuperação.