Sintomas de infarto do miocárdio

O infarto do miocárdio ou o ataque cardíaco, correspondem a um quadro de saúde extremamente grave, onde o fluxo de sangue que irriga o coração através das artérias coronárias é insuficiente, causando a necrose de uma das regiões do músculo cardíaco.

Além disso, essa danificação ou morte de parte do músculo cardíaco, ainda consegue inibir a passagem de nutrientes e oxigênio no coração, processo que pode levar o indivíduo a óbito em poucos minutos dependendo do seu quadro de saúde, da hereditariedade familiar da enfermidade e quantas vezes o ataque já se manifestou.

Causas

Pesquisas revelam que essa doença é o resultado de uma série de fatores complexos, sendo os principais deles um coágulo sanguíneo que bloqueia uma das artérias coronárias e o desprendimento de um fragmento das placas de colesterol.

Sintomas

Infarto do miocárdio: causas, sintomas, tratamento e prevenção.
Dor no peito, um dos sintomas do infarto do miocárdio.
(Foto: Divulgação)

» Sensação de compressão no peito;
» Dor fixa no peito;
» Ardor normalmente confundido com azia;
» Sudorese;
» Náuseas;
» Vômitos;
» Tosse;
» Palpitações;
» Falta de ar;
» Tontura;
» Ansiedade;
» Agitação;
» Sensação de morte iminente ou desfalecimento;
» Dor no peito que se irradia pela mandíbula e/ou pelos ombros ou braços;

Observação: a maior parte dos sintomas se acometem o lado esquerdo do corpo, podendo se dar de maneira moderada ou intensa, dependendo da gravidade do quadro do indivíduo.

Ajuda médica

Assim que os sintomas começarem a se manifestar, ligue imediatamente para a emergência (SAMU 192 ou Corpo de Bombeiros 193) para que os primeiros socorros sejam realizados e o indivíduo levado até a emergência de algum hospital.

Diagnóstico

A análise do quadro do paciente é realizado por um médico e uma enfermeira, onde realizam um exame físico e auscultará seu tórax com um estetoscópio, podendo ainda solicitar um exame de sangue com troponina, a angiografia coronária, o teste de esforço físico ou nuclear e/ou uma ecografia.

Tratamento

Os métodos utilizados no tratamento vão variar de acordo com a gravidade constatada no quadro do indivíduo após a realização do diagnóstico, podendo ele se dar com a mudança dos hábitos de vida do paciente, o uso de medicamentos e a angioplastia.

Fatores de risco

» Fumo;
» Obesidade;
» Diabetes;
» Hipertensão;
» Níveis altos de colesterol;
» Estresse;
» Vida sedentária;
» Histórico pessoal ou familiar de doenças cardíacas;

Prevenção

» Procure realizar pelo menos um check-up anualmente para saber como está a saúde do corpo;
» Tenha hábitos de vida saudáveis;
» Mantenha as taxas de colesterol, açúcar no sangue e pressão arterial sob controle;
» Pratique exercícios físicos regularmente;
» Se alimente de três em três horas, preferindo o consumo de alimentos saudáveis, evitando exageros;
» Beba pelo menos 2 litros de água todos os dias;
» Não fume e nem consuma bebidas alcoólicas em grande quantidade e com frequência;
» Mantenha sempre um peso saudável de acordo com as suas especificações e condições físicas;

Cuidados

» Não dirija automóvel se algum dos sintomas estiverem acometendo o seu organismo;

» Evite carregar peso ou andar mesmo que a dor seja mínima;

» Caso alguém apresente os sintomas de um infarto por mais de dez minutos não exite e ligue imediatamente para a emergência. Durante esse tempo, tente manter a pessoa bem calma e aquecida;

» Os primeiros socorros se fazem essenciais quando o infarto começa a se manifestar, mas só os realize se souber fazer todo o procedimento corretamente;

» Assim que os sintomas começarem a se manifestar, mesmo que aparente ser uma azia ou um desconforto qualquer, procure ajuda médica, pois os diagnósticos quando são realizados na fase inicial da doença, costumam representar quase nenhum perigo para o enfermo.

Aviso

Esse texto se faz apenas como um informativo. Caso tenha dúvidas sobre o assunto ou algum dos sintomas estejam acometendo o seu organismo, procure imediatamente a orientação médica, de preferência de um bom cardiologista.

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Como identificar um infarto silencioso

O infarto pode se manifestar de várias maneiras, tanto com dores no peito que irradiam para os braços e outras partes do corpo, quanto de maneira silenciosa, que proporciona ainda mais perigos à saúde do indivíduo que vem sendo acometido pela enfermidade.

Pesquisas estimam que cerca de 20% dos infartos do miocárdio se dão de maneira silenciosa, onde o ataque cardíaco acontece, mas os seus sintomas só se manifestam posteriormente, causando várias complicações graves ao indivíduo. Homens e mulheres são propensos à essa modalidade da doença, mas ela costuma ser mais frequente entre os 45 aos 55 anos de idade.

Sintomas

Observar os sintomas que o corpo produz é a melhor maneira de identificar essa e outras demais doenças que acometem o organismo. Portanto, fique sempre atento a essas variações e procure ajuda médica assim que os sinais começarem a surgir com frequência e se atrapalharem a sua rotina diária.

Infarto silencioso do miocárdio: sintomas, fatores de risco e cuidados.
Dicas para identificar o infarto silencioso.
(Foto: Divulgação)

» Mal estar;
» Forte indigestão;
» Intensa dor nas costas;
» Dificuldade para respirar;
» Dor no queixo;
» Náuseas;
» Vômitos;
» Sudorese;
» Desmaios.

Fatores de risco

» Homens e mulheres com mais de 40 anos de idade;
» Diabetes;
» Pressão alta;
» Colesterol alto;
» Tabagismo;
» Sobrecarga do dia a dia;
» Sedentarismo;
» Uso de anticoncepcionais (nas mulheres);
» Consumo demasiado de alimentos com altas taxas de açúcares e gordura;

Diagnóstico

Assim que qualquer alteração for constatada no corpo, principalmente se algum dos sintomas acima estiver se manifestando com frequência, um cardiologista deve ser procurado rapidamente. Consultas regulares e check-ups são os principais responsáveis pela descoberta dessa doença, por isso se faz tão importante em toda a vida, principalmente após os 40 anos de idade.

Cuidados

Atender todas as indicações do cardiologista se fará necessário para o processo de recuperação do paciente, isso porque após o infarto silencioso, o risco de óbito chega a aumentar 50%, principalmente se esse estado for constatado no indivíduo depois de um período muito prolongado.

Atenção: esse texto corresponde apenas a um informativo. Não brinque com a sua saúde e procure uma orientação médica mesmo se nenhum sintoma estiver acometendo o seu organismo. Consultas rotineiras costumam salvar muitas vidas, além de possibilitar melhores condições para a saúde.

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