Formas de corrigir alguém sem ser hostil

É extremamente desconfortável quando uma pessoa diz ou faz algo de errado e por vezes o nosso instinto ou necessidade nos leva a corrigi-la. Porém, nem sempre essa ação é realizada de maneira adequada, já que acabamos nos irritando e ofendendo o outro com palavras hostis.

Lidar com certas situações nem sempre é tão fácil quanto pensamos e apontar o erro do outro (em alguns casos) pode ser muito sério. O indivíduos que mais praticam dialetos grosseiros e sem se importar com os demais, quase sempre se encontram em cargos superiores e acham que por isso possuem o direito de tratar a todos como bem entendem, mas as coisas não funcionam assim.

A boa educação deve sempre pertencer a personalidade dos seres humanos, devendo ser dinamizada todos os dias para que nunca seja esquecida. Se sentir melhor do que o outro por “saber mais” não é justificativa para ser rude, isso o torna ignorante e mal visto pelas pessoas próximas.

Formas de corrigir alguém sem ser hostil

Faces se olhando em um diálogo.
(Foto: Reprodução)

Em certos momentos, a correção nem se faz tão necessária e por isso devemos aprender a lidar com nosso poder de autoridade. As críticas nem sempre são bem aceitas, elas ferem o ego de muitos. Já para outros, elas são extremamente construtivas, mas não tem como adivinhar como cada um vai reagir.

Como ser menos hostil?

Existem métodos de linguagem e diversas atitudes que ao serem articuladas na correção do próximo ou até mesmo para “dar uma bronca”, diminuem os efeitos grosseiros, sejam eles praticados intencionalmente ou não. Confira alguns deles a seguir e comece a colocá-los em prática o quanto antes.

Analise bem todo o contexto da situação, visando se realmente vale a pena aplicar penalidades ou não.

Cuidado para não punir alguém injustamente.

Chame a pessoa para ter uma conversa em particular, ao invés de abordar o assunto em público, isso é constrangedor.

Antes de questionar, pergunte ao indivíduo o porque daquela ação e justifique-se depois sobre a bronca ou conselho que dará.

Se os erros cometidos forem no trabalho, articule a correção o quanto antes, reunindo todo o grupo para explanar justificativas do porque aquilo não pode ser feito e como todos devem se portar dali por diante.

Não levante o tom de voz e nem se exalte durante o diálogo. Se estiver nervoso no momento, espere até os ânimos se acalmem.

Aborde uma linguagem mais formal na conversa, evitando o uso de palavrões, gírias e expressões que ofendam e desrespeitem o outro.

Mesmo que a pessoa reaja com hostilidade a sua crítica, mantenha uma boa postura. Isso irá fazer com que ela repense em seus atos e peça desculpas posteriormente.

Formas de descartar o óleo de cozinha

óleo de cozinha é essencial no preparo de vários alimentos e por isso não pode faltar em casa. Quando é dinamizado para frituras, chega um momento em que sua composição deve ser descartada, já que se encontra muito “suja”, com diversos resquícios de comida.

Muitas pessoas jogam esse óleo fora pelo ralo da cozinha e não sabem o mal que produzem ao meio ambiente, os canos dessa tubulação geralmente são encaminhados para esgotos e posteriormente para redes fluviais, proporcionando a poluição de vários litros de água, processo que ocasiona males para o desenvolvimento e manutenção de todo o ecossistema.

Outras desvantagens dessa articulação é o entupimento da pia e também dos esgotos (devido a acumulação de resíduos), que atrapalha o fluxo da água, provocando mal cheiro, problemas de higiene, aparecimento de insetos e gastos com a limpeza das caixas de gordura.

Formas de descartar o óleo de cozinha

Óleo de cozinha na panela.
(Foto: Reprodução)

Qual a maneira correta de fazer esse descarte?

Segundo a recomendação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e outros órgãos, o melhor a se fazer nesses casos é guardar o óleo utilizado em garrafas de refrigerante (PET) ou outros litros de plástico, encaminhando-os para locais que executam esse tipo de coleta ou para pessoas, empresas e/ou entidades que usam esse produto para produzir sabão, massa de vidraceiro, tintas, combustível (como o biodiesel), etc.

Para auxiliar nessa atividade, a prefeitura de várias cidades criaram programas de auxílio junto aos moradores para promover mais inciativas e práticas sustentáveis, voltadas para essa e outras áreas do ramo alimentício, como o uso dos restos de alimentos para a criação de adubo orgânico.

Mais informações

Procure o ponto de coleta mais próximo da sua residência para fazer esse descarte. Se não souber de nenhum entre em contato com a prefeitura ou com a direção de algum restaurante, geralmente eles sabem onde ficam esses depósitos ou pessoas que fazem esse recolhimento.

Formas funcionais de organizar a despensa

Uma das piores coisas que existem é procurar algo e levar muito tempo para encontrar ou olhar para algum cômodo da casa e ver aquela bagunça que parece não ter fim. Bom, isso acontece em muitas residências, principalmente nas áreas de despensa, onde os alimentos são armazenados.

Esses ambientes geralmente permanecem fechados, ficando isolados em um canto mais escondidinho da moradia. Por essa e outras demais razões, muitas pessoas não se importam com a sua organização, ponto que se faz completamente relevante para um melhor armazenamento e validade dos produtos.

Outra particularidade que se destaca nesses ambientes são as panelas e vasilhas espalhadas por todos os lados. Por causa da grande quantidade de peças e/ou devido a preguiça que o acomete de colocar cada objeto em seu devido lugar após o uso, tudo isso se transforma numa imensa desorganização.

Se a sua despensa se encontra em alguma das situações acima, crie ânimo e mãos a obra, desorganização está fora de moda! Para ajudar a colocar as coisas em seu devido lugar, o Fiapo de Jaca disponibilizará dicas que poderão auxiliar nessa arrumação, confira-as a seguir!

Formas funcionais de organizar a despensa

Despensa organizada.
(Foto: Reprodução)

 Retire tudo que está na dispensa, tanto os alimentos, quanto as panelas e os demais objetos. Separe os produtos que estão dentro da validade, jogue fora o que está estragado ou em mau estado de conservação, separe os que estão perto de vencer e limpe as suas superfícies.

 Limpe os armários e prateleiras, criando uma dinamização do espaço para guardar os itens que estão separados.

 Divida a despensa em alguns setores, como o de panelas, tampas, vasilhas de vidro e plástico, pratos, copos, talheres, alimentos enlatados, secos, molhados, ensacados, que mais usa, etc.

 Pegue potes de vidro ou plástico e adicione os pacotes de alimentos que estiverem abertos, para manter uma maior conservação e evitar a presença de bichinhos, como o aparecimento de baratas, formigas, etc. Nomeie todos eles, para facilitar a identificação.

 Sempre que fizer compras, coloque os produtos de mais validade embaixo ou na parte de trás do armário, assim irá fazer o uso das mercadorias que estão mais próximas de vencer, evitando o desperdício.

 Não exagere na quantidade de alimentos quando for fazer compras. Aposte na variedade e no que mais é consumido na sua residência.

 Faça com que a despensa tenha uma temperatura ambiente agradável para o armazenamento dos produtos.

 Utilize divisórias nas gavetas para organizar os utensílios pequenos, deixando-as mais organizadas.

 Separe uma prateleira para acomodar os eletrodomésticos.

 Em relação aos produtos de limpeza, procure deixá-los em um espaço mais afastado dos alimentos, organizando-os de forma que não fique ao alcance de crianças.

Formas de transmissão do HIV

O HIV (Human Immunodeficiency Virus) trata-se de um dos vírus mais nocivos à saúde humana, causando a perda progressiva da imunidade do organismo, provocando a temida e conhecida Aids ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Essa doença infecto-contagiosa é descrita por uma ramificação de sintomas e sinais que se manifestam devido a diminuição gradativa das taxas dos linfócitos CD4, células essenciais que promovem a defesa do organismo. Quanto mais o vírus agride o individuo, a saúde fica prejudicada, se tornando um alvo fácil a infecções e outros inúmeros transtornos.

Sintomas

Os primeiros sintomas dessa enfermidade são brandos e se manifestam de uma maneira bem leve, se fazendo muito parecidos a um mal estar. Os sinais mais comuns nesse processo são: 

Formas de transmissão do HIV

HIV – Human Immunodeficiency Virus.
(Foto: Reprodução)

  • Manchas na pele;
  • Febre alta e constante;
  • Ínguas;
  • Dores de cabeça;
  • Calafrios;
  • Dores musculares;
  • Dor de garganta;
  • Pneumonia;
  • Meningite;
  • Candidíase;
  • Toxoplasmose;
  • Tuberculose.

Observação: As doenças oportunistas descritas acima, se manifestam quando o quadro do paciente está começando a se agravar.

Transmissão

Os principais meios de contágio e transmissão do HIV/Aids são:

  • Da mãe portadora do vírus para o filho, durante a gravidez, no parto ou pela amamentação;
  • Através do compartilhamento de seringas, agulhas ou qualquer tipo de instrumento perfurante que tenha entrado em contato com o vírus;
  • Contato íntimo sem o uso de camisinha com um portador do vírus;
  • Transfusão sanguínea de um portador do vírus para uma pessoa saudável;

Pesquisas revelam, que a relação íntima oral também pode vir a transmitir o vírus, devido a presença do esperma, mas não existe nenhum dado comprovado sobre tal afirmativa.

É importante ressaltar que o abraço, beijo, suor, lágrimas, apertar as mãos, picada de insetos, compartilhamento de talheres e copos, o ar, o banheiro, a piscina, sabonetes, toalhas e outros demais fatores não ocasionam o contágio do vírus da Aids.

Tratamento

Os métodos mais utilizados nesse tratamento são a modificação alimentar com um acompanhamento nutricional, a prática regular de exercícios físicos, o uso de coquetéis de medicamentos e sessões psicológicas. Através dessa modificação, é possível fazer com que o enfermo viva sem a presença de basicamente nenhum desconforto e sintoma.

Observação: As gestantes também podem fazer o tratamento e devem segui-lo a risca durante toda a gravidez.

Cura

Ainda não existe nenhum medicamento ou vacina que proporcione a cura dessa enfermidade, mas é essencial que o tratamento seja seguido a risca, para que haja a contenção da epidemia e dos seus sintomas no indivíduo, melhorando assim a sua qualidade de vida.

Prevenção

  • Não amamentar o bebê – se for mãe portadora do vírus;
  • Não realizar nenhum tipo de contato íntimo sem a utilização de camisinha – seja ela feminina ou masculina;
  • Não compartilhar nenhum tipo de objeto perfurante;
  • Procurar manter uma relação monogâmica tranquila;

Formas das bactérias

É classificado como uma bactéria, todo e qualquer ser unicelular microscópico que compreende uma estrutura sem núcleo diferenciado, pertencente ao reino Monera e que se reproduz por meio de divisão celular simples, sendo denominados por muitos cientistas como micro-organismos procariontes.

Esses organismos são caracterizados como um dos mais abundantes organismos celulares existentes já estudados, sendo muito importantes em vários meios, como na decomposição, deterioração ou modificação de alimentos, se fazendo benéficas principalmente para as indústrias, isso porque possuem uma alta capacidade de fermentação.

Existem ainda as espécies de bactérias patogênicas, aquelas que são prejudiciais à saúde humana, isso porque a sua proliferação e acumulação demasiada no organismo, provoca queda no sistema imunológico e o acometimento de diversas enfermidades, que podem variar entre quadros leves e graves.

Os habitats desse micro-organismo são múltiplos, podendo ser encontrado no solo, ar, água, esgoto, animais, plantas, alimentos, seres humanos, etc. A sua apresentação se dá em forma de comunidades, mas quando se fazem como um objeto de estudo, geralmente são analisados individualmente.

Estrutura

Observando a estrutura geral de uma bactéria, pode-se ver que ela se divide em:

  • Nucleoide: local que se concentra o material genético da bactéria, isto é, uma molécula circular de DNA;
  • Membrana celular: responsáveis pela síntese de proteínas, porém, são desprovidas de colesterol;
  • Parede bacteriana: responsável por proteger a bactéria;
  • Citoplasma: nessa área acontecem as reações químicas necessárias para a manutenção da vida desse organismo unicelular;
  • Ribossomos: também são responsáveis pela síntese de proteínas;

Classificação

Para classificar as bactérias, é necessário ficar atento a diversas singularidades, como:

  • Pelo comportamento que apresentam perante a coloração de Gram;
  • Em função da necessidade ou não do oxigênio para sua sobrevivência, onde se distribuem com características aeróbias ou anaeróbias;
  • De acordo com as suas capacidades de fermentação ou metabólicas;
  • Pelas suas formas, que se distinguem entre bacilos (forma de bastão), cocos (forma esférica), espiroquetas e espirilos (com forma espiral);

Principais características das formas básicas das bactérias

Bacilos

 Não costumam se agrupar com os cocos, onde 80% de todos os seus componentes vivem isolados;

 Seu tamanho é bem pequeno,  com aspectos curvos, em forma de vírgula, denominados como vibriões;

 Quando são encontrados em correntes, são chamados de estreptobacilos;

 Quando estão muito próximos, uns dos outros, estão em paliçada.

Cocos

 Podem se manifestar em organismos isolados, ou em pares (diplococos), ou em forma de colar (estreptococos), ou em forma de cacho de uvas (estafilococos) ou em forma de cubro tétrade (micrococos sp);

 Sua organização varia de acordo com o grau de ligação e multiplicação;

 As menores bactérias dessa classificação, são as da espécie Mycoplasma, tendo apenas a membrana celular, não possuindo a parede celular;

Espiroquetas e espirilos

 Seus organismos apresentam formas variáveis, sendo caracterizadas como pleomorfistas;

 Não costumam realizar nenhum tipo de agrupamento;

 O Treponema sp é classificado como seu principal gênero;

Formas das bactérias

Quadro representativo de todas as formas de bactéricas.
(Créditos da foto: http://forbrukerwiki.net/)