Dores abdominais após defecar: causas, doenças e tratamentos

As dores abdominais acometem toda a região que se localiza entre a virilha e o tórax, área conhecida popularmente como barriga e estômago. Esse desconforto acomete muitas pessoas, podendo ser causado por vários tipos de enfermidades ou esforços físicos, sendo considerado muitas vezes como um sintoma de alerta à saúde.

O organismo se manifesta através de sinais que saem da rotina do organismo para indicar que algo não está ocorrendo bem em sua estrutura. Quando essas dores se dão no momento em que estamos evacuando ou posteriormente, devemos ficar atentos, principalmente se esse processo começar a acontecer com frequência e sua intensidade for aumentando.

Causas

Dores abdominais após defecar: causas, doenças e tratamento.

Fique atento pois complicações maiores podem estar acometendo o seu organismo. (foto: divulgação)

Os principais fatores que proporcionam o aparecimento dessa alteração são a constipação e a prisão de ventre, duas patologias que costumam causar grandes desconfortos em indivíduos de todas as idades, principalmente naqueles que não possuem uma alimentação correta e seus hábitos de vida não são considerados saudáveis.

A constipação se dá pelo aparecimento de poucas fezes, onde as mesmas possuem uma consistência consideravelmente dura, exigindo muito esforço para a sua evacuação. Já a prisão de ventre, se manifesta em uma pequena frequência de evacuação, onde mesmo com muita força o indivíduo não consegue defecar por horas ou até por dias.

Ajuda médica

Assim que a vontade de defecar for constante, mas surgir certa dificuldade em realiza-la, deve-se procurar imediatamente um bom médico para que seja realizado um diagnóstico do quadro clinico e assim começar a realizar o tratamento.

Observação: observe sempre a cor do papel higiênico após tentar evacuar, caso alguma manchinha de sangue apareça, ligue imediatamente para o seu médico, pois complicações maiores podem estar acometendo o seu organismo, como as hemorroidas.

Dicas

Para ajudar a soltar o intestino, aumente o consumo de fibras, beba cerca de 2 litros de água por dia, comece a praticar exercícios físicos regularmente e vá ao banheiro sempre que tiver vontade.

Atenção: todas as informações acima são apenas dicas sobre o que fazer quando essas alterações acometerem o seu organismo. Caso algo parecido esteja acontecendo, procure uma orientação médica.

Fezes amareladas dores abdominais

Toda e qualquer alteração que acomete o nosso organismo deve ser diagnosticada por um médico, para saber quais as suas razões e o que elas representam, pois são os sinais que o corpo manifesta quando algo está acontecendo de forma irregular em sua estrutura geral ou em alguma das suas subdivisões.

As fezes amarelas, juntamente com as dores abdominais são um grande exemplo disso. Ambos sintomas não são considerados normais para um indivíduo que está com a saúde em dia, por isso, o acompanhamento médico será necessário assim que esses fatores começarem a se fazer presentes.

Causas

Dor abdominal e fezes amareladas: causas e tratamento.

Quando há algo irregular o organismo, o mesmo se manifesta de várias formas, enviando um alerta para que providencias sejam tomadas. (foto: divulgação)

» Infecção viral, bacteriana ou parasitista;
» Giardíase;
» Síndrome de Gilbert;
» Hiperbilirrubinemia;
» Surtos de icterícia;
» Colangite;
» Hepatite;
» Colecistite;
» Icterícia;
» Doença celíaca;
» Má absorção dos nutrientes;
» Esteatorreia;
» Cálculos biliares.
» Problemas no fígado.

O que fazer?

Assim que os sintomas começarem a aparecer, procure ajuda médica para a realização de uma anamnese e alguns exames. Assim o médico irá constatar o motivo desse distúrbio que vem acometendo o seu organismo e ministrar o tratamento necessário para a contenção e a cura da enfermidade.

É essencial que o tratamento seja realizado a risca, isto é, de maneira correta, para que possíveis complicações não surjam posteriormente, proporcionando o aparecimento de novas alterações e lesões no corpo.

Atenção: todos os dados descritos acima correspondem a um informativo e não substitui de forma alguma a orientação médica.