Religiosidade: O que vem após a morte

As práticas e crenças espirituais possuem algumas conceituações completamente singulares das demais religiões encontradas nos mais distintos países do mundo, suas bases lhes revelam um pouco além do que todos podem ou querem ver, assim como sua explicação sobre o que realmente acontece após a morte.

Para quem se questiona sobre o assunto e visita um centro espírita em busca dessa resposta, se depara com a conceituação de que a vida não termina quando um indivíduo vem a óbito, já que existe algo além do mundo físico em que nós nos encontramos. Quando o corpo para de funcionar (morre), o espírito se liberta de sua estrutura carnal e cria consciência do verdadeiro sentido do que é viver.

Religiosidade: O que vem após a morte

Vida após a morte é mesmo possível?
(Foto: Reprodução)

Segundo os ensinamentos deixados por Allan Kardec (um dos principais nomes da Doutrina e Codificação Espirita do mundo), depois do corpo vir a óbito, a nossa “alma” pode escolher vários caminhos para continuar sua jornada, sendo todos eles viabilizados de acordo como o indivíduo morreu, como era o seu comportamento na Terra, entre outras particularidades.

Por causa desses detalhes, não existe uma resposta concreta sobre o que iremos encontrar depois que desencarnarmos, a única coisa que pode ser afirmada pelos ensinamentos kardecistas é que todos os seres que possuem o mesmo ou parecido padrão vibratório de pensamento se aglomeraram em uma mesma comunidade.

Todos terão a oportunidade de se desenvolver espiritualmente, podendo alcançar níveis cada vez mais elevados. Acredita-se que as almas que deixaram seus corpos através de acidentes, problemas de saúde, mentais e emocionais, são encaminhados para um “hospital” de recuperação, onde “espíritos socorristas” auxiliam nessa recuperação.

A vida eterna é uma afirmação difícil de acreditar, assim como a reencarnação, mas tudo é possível quando se existe uma força superior que guia todos os seres. Como Kardec dizia: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.”

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