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Os riscos de ser “beijoqueiro” no Carnaval

Você tem o hábito de sair beijando todo mundo no Carnaval? Saiba que isso pode vir a promover sérios danos a sua saúde. Acompanhe essa matéria e veja quais os riscos dessa prática!

     

O Carnaval é uma das festividades anuais mais animadas do mundo e não é novidade que a “pegação” rola solta pelas ruas das cidades nesse período, pessoas de várias idades, culturas, gostos e gêneros se misturam e se divertem com toda intensidade!

Para quem gosta de estar presente nesses eventos e é um “beijoqueiro de plantão“, aqui vai um alerta: existem riscos de saúde para quem pratica o beija-beija sem parar! Segundo o levantamento de especialistas, essa ação é emocionante, mas promove a troca de mais de 250 bactérias, um dos fatores que podem vir a ocasionar a manifestação de doenças.

Durante as comemorações carnavalescas, os organismos ficam ainda mais propensos ao contágio de enfermidades, seus sistemas imunológicos se apresentam mais fragilizados devido ao contato exagerado com bebidas alcoólicas, sol quente, má alimentação, pouco consumo de água, etc.

Os riscos de ser "beijoqueiro" no Carnaval

Casal se beijando.
(Foto: Reprodução)

Dentre as disfunções transmitidas pelo beijo na boca, podemos citar:

Cárie
Gengivite
Mononucleose
Herpes labial
Sífilis
 HIV/Aids

A saliva é descrita como o mais relevante meio condutor dessas patologias, consegue conduzir os parasitas de um ser para o outro com extrema rapidez. Não importa se é selinho, beijo técnico ou de língua, o risco exposto é o mesmo, principalmente em pessoas com pequenas feridinhas na boca ou nos lábios, a troca de fluídos é ainda mais intensa.

O que fazer?

Visualmente não dá para identificar se o indivíduo é portador ou não de doenças, por isso, o mais indicado nesses casos é ter bom senso e ficar atento a alguns detalhes como: o mau-hálito, feridas nos lábios, cor da gengiva e como o flerte está se comportando na festa (se já beijou muito ou se é mais tranquilo, etc).

Alerta

É essencial destacar que não somente o beijo pode vir a promover a transmissão dessas e de outras doenças, mas também o compartilhamento de objetos pessoais, tosses e espirros. Se logo após as festinhas sintomas como mal-estar, dor de cabeça e/ou de garganta, febre, ínguas ou alterações nos lábios começarem a se manifestar, a ajuda médica deverá ser procurada rapidamente. Portanto, fique atento!

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